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26/10/2018 | Releases

Rodovia dos Bandeirantes, a melhor do país, completa 40 anos neste domingo, 28

A Rodovia dos Bandeirantes (SP 348), eleita melhor do país nos últimos sete anos (2012 a 2018) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), completa no próximo domingo, 28 de outubro, 40 anos de inauguração.

Construída em 26 meses – de 11 de agosto de 1976 a 28 de outubro de 1978 – pelo DERSA (Desenvolvimento Rodoviário), a Rodovia dos Bandeirantes foi concebida a partir do conceito de autoestrada, com geometria, ângulo de curvas e traçado que favorecem o tráfego de longa distância com conforto, fluidez e segurança.

Desde 1º de maio de 1998, a rodovia é administrada pela CCR AutoBAn, dentro do 1º lote do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo. Nestes 20 anos, já foram investidos cerca de R$ 3 bilhões em obras e melhorias. Atualmente, cerca de 500 mil viagens são realizadas diariamente na rodovia.

 

História

A construção da Rodovia dos Bandeirantes foi motivada pelo crescimento econômico e populacional registrado no interior do Estado de São Paulo a partir da década de 1960. Estudos realizados naquela época apontavam que a Via Anhanguera (SP-330) – até então única ligação rodoviária duplicada entre a Capital e as regiões de Campinas e Jundiaí – ficaria saturada até o final da década de 1970 e por isso, a urgência para a construção de uma nova rodovia paralela, na ocasião chamada de Via Norte.

Com canteiro central largo – que mais tarde permitiu a ampliação da rodovia no trecho entre São Paulo e Jundiaí – a nova rodovia foi desenvolvida e planejada com o objetivo de ligar São Paulo a Campinas – e o Aeroporto de Viracopos – em até uma hora, permitindo acessos apenas a rodovias, favorecendo o tráfego de longa distância, o que aumenta o conforto dos usuários.  Durante a obra de construção, destaca-se o envolvimento de aproximadamente 12 mil pessoas, entre engenheiros e operários, além da movimentação de 1,1 milhão de metros cúbicos de solo brejoso e de 47,2 milhões de metros de terraplanagem. Foram construídas 112 obras de arte, o equivalente a praticamente 9,5 quilômetros de pontes e viadutos.

A Rodovia dos Bandeirantes nasceu, em 1978, com cerca de 90 quilômetros de extensão, ligando São Paulo a Campinas. A via tinha, na época, 4 postos de serviço, duas bases da Polícia Militar Rodoviária, 34 placas de sinalização aérea, 679 placas de sinalização vertical, 40 pórticos e semipórticos, e 6 call boxes, até então novidade – e nenhuma câmera de monitoramento de tráfego.

 

Rodovia hoje

Nos últimos 20 anos, a partir da gestão da CCR AutoBAn por meio do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo, a Rodovia dos Bandeirantes ganhou obras e investimentos que permitiram o seu prolongamento em 78 quilômetros, de Campinas até Cordeirópolis (2001), além da construção da quarta (2006) e quinta faixa (2014) entre São Paulo e Jundiaí, recuperação do pavimento com utilização de asfalto ecológico com borracha, (2012), entre outras obras de melhoria, como a entrega recentemente de trechos com faixas adicionais entre Jundiaí e Campinas.

Do ponto de vista tecnológico, foram instalados quase 160 quilômetros de fibra óptica, interligando os 283 telefones de emergência (disponíveis a cada quilômetro), 53 câmeras de monitoramento de tráfego, 14 painéis eletrônicos de mensagem, sistemas analisadores de tráfego, estações ambientais, entre outros.

Hoje, a Rodovia dos Bandeirantes conta ainda com cerca de 2800 placas de sinalização vertical, 302 placas de sinalização aérea, 80 semipórticos e 14 painéis de mensagem variável, entre outras estruturas, por exemplo, além de 190 mil metros quadrados de sinalização horizontal e quase 113 mil tachas refletivas (olho de gato). “A rodovia já nasceu moderna e ao longo dos últimos 20 anos trabalhamos para mantê-la adequada aos mais exigentes padrões tecnológicos e de engenharia”, destaca Guilherme Baldassari, gestor de Engenharia Rodoviária da CCR AutoBAn.

Para garantir conforto aos usuários, cerca de 500 pessoas trabalham diariamente na Rodovia dos Bandeirantes. “Mantemos uma estrutura completa com guinchos leves e pesados, serviço de Atendimento Pré-Hospitalar, popularmente conhecido como Resgate, serviço de atendimento telefônico e monitoramento 24 horas das rodovias, entre outros”, explica Fabiano Adami, gestor de interação com o Cliente da concessionária.

 

Redução de acidentes

Com investimentos em infraestrutura, em equipamentos e tecnologia de atendimento, campanhas de segurança, educativas e de saúde, foi possível reduzir, desde o início da concessão, em 21% o índice de acidentes (em relação a 1999) e 55% o índice de mortes (em relação a 1999) na Rodovia dos Bandeirantes.

 

Estrada para a Saúde

Funciona no km 56 da Rodovia dos Bandeirantes – pista sentido São Paulo – a sede fixa do Programa Estrada para Saúde, realizado pela CCR AutoBAn e Instituto CCR. No local, caminhoneiros contam com diversos serviços de saúde, com exames laboratoriais, e atendimento odontológico, além de cabeleireiro, serviço de podologia e internet gratuita. De agosto de 2006 a setembro de 2018, cerca de 140 mil caminhoneiros já foram atendidos gratuitamente.

 

Dados técnicos da Rodovia dos Bandeirantes (SP348)

  • 159,7 quilômetros de extensão – km 13+360 ao km 173+032.
  • Liga a Marginal Tietê, em São Paulo, à Via Anhanguera (SP-330), em Cordeirópolis.
  • Rodovia Classe Zero (fechada) – oferecendo acesso apenas para rodovias.
  • 500 mil viagens/dia.
  • Tráfego: 81% veículos de passeio; 19% veículos comerciais.
  • Eleita nos últimos 7 anos de forma consecutiva (2012 a 2018) a melhor rodovia segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT).
  • Rodovia dos Bandeirantes cruza 13 municípios: São Paulo, Caieiras, Cajamar, Franco da Rocha, Jundiaí, Vinhedo, Itupeva, Campinas, Hortolândia, Sumaré, Santa Bárbara D’Oeste, Limeira e Cordeirópolis.
  • R$ 3 bilhões em investimentos realizados desde 1998 pela CCR AutoBAn

 

Curiosidades da Rodovia dos Bandeirantes (SP 348)

  • O nome da rodovia é uma homenagem aos Bandeirantes, desbravadores paulistas que durante o período colonial percorreram o interior do país em busca de índios e pedras preciosas
  • Até então chamada Via Norte, passou a ser denominada Rodovia dos Bandeirantes a partir da publicação do Decreto Lei nº 11.555, de 12 de maio de 1978, do Governador Paulo Egydio Martins
  • A cerimônia de inauguração da rodovia, em 28 de outubro de 1978, aconteceu em três pontos: no km 99+500, em Campinas, no km 48+200, em Jundiaí, e no km 14+500, em São Paulo
  • Em dezembro de 2001, a CCR AutoBAn entregou as obras do prolongamento da rodovia, com a construção de um trecho de 78 quilômetros entre Campinas e Cordeirópolis
  • Durante a inauguração do primeiro trecho do prolongamento, entre Campinas e Santa Bárbara d’Oeste, aconteceu a Maratona dos Bandeirantes, a primeira realizada em uma rodovia. Com transmissão ao vivo por emissora de TV, o evento contou com a participação de mais de dois mil atletas brasileiros e estrangeiros
  • Com a inauguração do prolongamento da SP 348, que inicia na altura do km 95, o antigo traçado da Rodovia dos Bandeirantes até a Via Anhanguera, em Campinas, passou a se chamar SPI 102/330 – Rodovia Adalberto Panzan. A letra “I” do código após SP significa interligação, que é exatamente o papel da rodovia. A Rodovia Adalberto Panzan possui aproximadamente 7,4 km de extensão
  • Durante as obras de recuperação de pavimento, em 2012, entre São Paulo e Campinas, foram utilizados 500 mil pneus na composição do asfalto ecológico. O pavimento reduz o nível de ruído e aumenta a aderência dos veículos à rodovia
  • Ainda em relação ao pavimento da rodovia, outra inovação é a tecnologia conhecida como Mistura Asfáltica Morna (MAM), produzida em temperaturas até 40°C mais baixas, o que gera reduções importantes no consumo de energia e na emissão de poluentes em obras de pavimentação
  • Mais de 1 milhão de atendimentos de serviço de socorro mecânico prestados aos usuários na Rodovia dos Bandeirantes desde 2002
  • Eleita 9 vezes melhor a rodovia pela Pesquisa CNT de Rodovias – 2004, 2006, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018

Fonte: CCR AutoBAn


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