Notícias da CCR AutoBAn

Notícias

07/03/2016 | Releases

Na CCR AutoBAn, mulheres são maioria e atuam em todas as áreas

A CCR AutoBAn conta atualmente com 1.225 colaboradores diretos e, desse número, as mulheres são a maioria. Elas representam 52% do quadro e ocupam variadas funções em diversos níveis – dos mais operacionais aos cargos de gestão –, o que reforça na empresa a valorização e o respeito à diversidade nas relações de trabalho.

A área em que mais estão presentes é a arrecadação dos pedágios, mas também atuam em atividades administrativas, atendimento telefônico aos usuários, no resgate, socorro mecânico, no atendimento aos caminhoneiros que passam pelo Programa Estrada para a Saúde, entre outros setores. 

Ana Paula, uma mulher na operação do guincho
A Concessionária possui uma colaboradora atuando numa função em que predominam os homens. Ana Paula Souza, jundiaiense, 32 anos, está na área da Interação com o Cliente na operação de Guincho Leve, desde agosto de 2015. Ela foi contratada em março de 2014 e, antes de assumir a atividade atual, trabalhou em PGF (Posto Geral de Fiscalização), ou seja, numa balança. Conheceu colaboradores do tráfego e procurou saber mais sobre a operação do guincho. Recebeu incentivo dos colegas e de seu coordenador para buscar o novo desafio e participou de todos os testes e treinamentos necessários. “Estou amando essa nova função, mesmo chegando em casa cheia de graxa! Não tem nada mais gratificante do que a satisfação de dever cumprido e o sorriso de alívio dos usuários quando veem que a ajuda chegou”, afirma.

No dia a dia, também encontra apoio dos usuários que atende nas rodovias Anhanguera e Bandeirantes. “Quando atendo mulheres, elas ficam muito felizes e até me abraçam no final, dizendo que admiram minha coragem para estar na função. Quando atendo homens, eles ficam surpresos e preocupados em querer me ajudar no final, recolhendo os materiais, por exemplo”. Segundo ela, o segredo para se sair bem é ter disposição e gostar da profissão. Para operar o guincho, segundo ela, é necessário usar a força em alguns momentos, mas isso não chega a ser barreira para a atuação do sexo feminino. “Perdi meu pai aos 3 anos e quando cresci passei a fazer tudo, desde trocar um chuveiro até quebrar a parede pra trocar um cano quebrado”. E antes de entrar na CCR AutoBAn, ela já havia trabalhado como montadora de móveis, instaladora de persianas e forros e como mecânica de bicicletas.


Voltar